terça-feira, 1 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
PROJETO SINUELOS 1
PROJETO
SINUELOS
Nós do Minha Querência, através de nossos espaços,
estamos propondo o “Projeto Sinuelos”, a
todos que sustentam a cultura regional, através dos CTGs, Piquetes, Grupos
Folclóricos, Cabanhas e Associações, enfim todas as entidades que se fazem
representar a cultura gaúcha.
A tradição gaúcha é feita por pessoas, portanto
cabe a nós registrar estas pessoas, e não deixar na oralidade, pois certamente
irão se perder ao longo do tempo, esta é a forma de deixar viva sua memória e
seus feitos, através de registros, até para firmar-mos um tempo.
Nós do MQ, não é de agora que abordamos este
assunto, estamos já a algum tempo com
uma série de postagens “Lendas Gaúchas do meu tempo” (ver pesquisas) no blog.
Se soubessem
o valor que tem?
Quando um ginete, um laçador, um guasqueiro, um instrutor de danças, um declamador, um chuleador, um músico, um cantor, um poeta ou um escritor se desponta, se
destaca em um grupo, este serve de referência e modelo para os mais jovens,
que por sua vez passam a segui-lo, até mesmo na forma de vestir, pensar, posissionarem de fronte erguida, por isso que
firmamos o garrão neste projeto “SINUELOS”.
domingo, 29 de abril de 2012
LIVRO PILARES DA TRADIÇÃO
“Pilares da Tradição”. O livro, escrito pelo
jornalista Renato Mendonça, faz o registro da vida e obra de artistas que
construíram a cultura tradicionalista do Rio Grande do Sul: Paixão Côrtes,
Telmo de Lima Freitas, Antônio Augusto Fagundes e Adelar BertussI.
Ao longo
de 200 páginas estão reunidas entrevistas com os “Pilares”, além de ensaios
fotográficos, a cargo de Emílio Pedroso, e fotos de arquivo pessoal dos
entrevistados. O projeto gráfico é assinado por Carol Ruwer.
Com
tiragem de mil exemplares, a edição do “Pilares da Tradição” foi apoiada, via
Lei Rouanet, pela Unifertil e tem coordenação geral da Liga Produção Cultural.
Todos os bastidores da produção do livro podem ser acompanhados pelo blog do
projeto pilaresdatradicao.tumblr.com.
Os Pilares
Antônio
Augusto (Nico) Fagundes,
alegretense, 77 anos, é poeta, músico e jornalista, com expressiva presença na
mídia gaúcha, tendo lançado nomes como Jayme Caetano Braun, Aparício Silva
Rillo e José Hilário Retamozo. Compôs em parceria com Bagre Fagundes o “Canto
Alegretense”.
Adelar
Bertussi, caxiense, 79
anos criou ao lado do irmão Honeyde (1923 – 1996) o que se considera o primeiro
conjunto de baile de música tradicionalista gaúcha. Mais que isso, os Bertussi
temperaram nosso tradicionalismo com o sotaque e a alegria dos colonos
italianos. Com Honeyde, criou “Oh de Casa”.
Paixão
Côrtes, 84 anos, ao
lado de Barbosa Lessa (1929 – 2002) e Glaucus Saraiva (1921 – 1983), construiu
e registrou boa parte do que hoje se considera o folclore gaúcho. Entre as
várias músicas que compôs e adaptou estão “Xote Carreirinha” e “Balaio”.
Telmo
de Lima Freitas,
são-borjense de 79 anos, é autor de clássicos da música gaúcha como “Prece ao
Minuano” e “Esquilador”, figura de proa nos festivais nativistas, cultiva os
vários regionalismos do Rio Grande.
Os
autores
Renato
Mendonça foi editor de
área no Segundo Caderno do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, entre 1994 e
2010. Atualmente é mestrando em Artes Cênicas da UFRGS. Conquistou o Prêmio ARI
2005 (Associação Rio-Grandense de Imprensa) de melhor reportagem cultural em
jornalismo gráfico com “Ilha das Flores”, o 8º Prêmio Setcergs 1994/1995 em
Jornal, além da Menção Honrosa no Prêmio ARI 2007 de Reportagem Cultural pela
matéria “Paixão pelo Sul”. Entre 2002 e 2010, editou os livros “Planeta
Atlântida” (RBS Publicações), “Escola Projeto 20 Anos” (Projeto), “Hospital
Schlatter” (independente), “O Homem que Enganou o Tempo” (independente) e
“Arnaldo Campos – Um Livreiro de todas as Letras” (coedição do Escritório do
Livro da Edunisc).
Emílio
Pedroso trabalha desde
1990 no jornal Zero Hora, em Porto Alegre. Foi premiado em diversos concursos
de fotografia, com destaque para o primeiro lugar de fotografia jornalística de
1985, escolhido pela Associação Riograndense de Imprensa (ARI). Em 2007 e 2009
venceu o concurso fotográfico promovido pelo Sindicato das Empresas de
Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs).
GRUPO SONIDO DE ALMA GAUCHA
O grupo “Sonido del Alma
Gaucha” foi formado no ano de 2003 com o objetivo de trazer ao palco os
valores literários e musicais do Gaúcho, bem com músicas dos folclores uruguaio
e argentino.
As canções são escolhidas
de forma a proporcionar um espetáculo animado e interativo oferecendo ao
público entretenimento cultural.
Lançou o CD "Confraria
de Fronteira" em 2008.
A obra caracteriza-se como um resumo do trabalho do
grupo até o momento, trazendo oito temas autorais. Em 2009 lançou o CD "Hermanos
Pampeanos". O disco, indicado ao Prêmio Açorianos da Música Gaúcha na
Categoria ”Melhor Disco Regional”, inovou trazendo um clipe multimídia para a
música "A arte pela história de um povo". Em 2011 concebeu o CD “Rio-grandense
e Platino”. Com a produção musical do acordeonista Luciano Maia, o álbum
destaca-se pela influência Latino-americana dos ritmos.
Apresentou seu trabalho no
RS em toda a região da campanha, litoral sul, fronteira oeste, missões, serra; em Porto Alegre e região
metropolitana, em São
Carlos (SP), Assunción (Paraguai) e Melo (Uruguai).
Desde então mantem o
propósito de, através da música, levar a mensagem da harmonia cultural
existente entre Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina.
Alessandro Vaz de Mattos
Fones: 53-3247 1366 e 53-9108
7697
domingo, 22 de abril de 2012
LUIZ ALBERTO PONT BEHEREGARAY - BEREGA
BEREGA
LUIZ ALBERTO PONT BEHEREGARAY
Luiz
Alberto Pont Beheregaray, conhecido por Berega, nasceu em 26 de maio de 1934 em
Uruguaiana, Rio Grande do Sul, Brasil, e falecido em 09 de abril de 2012, na
mesma cidade.
Desenvolveu seu gosto e talento pelo desenho ainda na infância mas somente passou a trabalhar profissionalmente como artista plástico no início da década de 70.
Sua temática foi recorrente às impressões da cultura de sua terra, sua região e suas impressões de sua infância em meio ao pampa gaúcho: sua gente, sua cultura e suas coisas e o inseparável cavalo. Neste quesito, rompeu fronteiras e o retratou em inúmeras raças, nos infinitos movimentos, usos, culturas e esportes.
Apaixonado pela cultura regional gauchesca, é um estudioso meticuloso de todos os aspectos relacionados, de sua história aos seus costumes. De suas matizes às suas texturas. De seus movimentos à sua impressão estática de sua forma. De sua força à complascência na fragilidade de linhas tênues e delicadas perpetuadas em seu trabalho.
Tem sido sempre lembrado pelos tradicionalistas, estudiosos e artistas por ter marcado referência em vários aspectos, recebendo ainda homenagens e citações em outras obras como poesias e letras de músicas.
Berega em seu traço forte, meticulosamente trabalhado, vai desde o lado jocoso dos tipos terrunhos nos sempre lembrados Calendários da Petróleo Ipiranga S.A. às centenas de retratos realistas de pessoas e animais usando uma técnica que aprimorou por anos na pintura sobre couro como suporte.
Mostrando desenvoltura do desenho à pintura, do humor ao retrato realista, nunca deixou de estudar à fundo os detalhes, os porquês, a origem. Reflete assim um artista que sempre buscou o completo e o fiel embasado em sua pesquisa, características de seriedade com seu trabalho e disposição na busca da melhoria contínua.
Desenvolveu seu gosto e talento pelo desenho ainda na infância mas somente passou a trabalhar profissionalmente como artista plástico no início da década de 70.
Sua temática foi recorrente às impressões da cultura de sua terra, sua região e suas impressões de sua infância em meio ao pampa gaúcho: sua gente, sua cultura e suas coisas e o inseparável cavalo. Neste quesito, rompeu fronteiras e o retratou em inúmeras raças, nos infinitos movimentos, usos, culturas e esportes.
Apaixonado pela cultura regional gauchesca, é um estudioso meticuloso de todos os aspectos relacionados, de sua história aos seus costumes. De suas matizes às suas texturas. De seus movimentos à sua impressão estática de sua forma. De sua força à complascência na fragilidade de linhas tênues e delicadas perpetuadas em seu trabalho.
Tem sido sempre lembrado pelos tradicionalistas, estudiosos e artistas por ter marcado referência em vários aspectos, recebendo ainda homenagens e citações em outras obras como poesias e letras de músicas.
Berega em seu traço forte, meticulosamente trabalhado, vai desde o lado jocoso dos tipos terrunhos nos sempre lembrados Calendários da Petróleo Ipiranga S.A. às centenas de retratos realistas de pessoas e animais usando uma técnica que aprimorou por anos na pintura sobre couro como suporte.
Mostrando desenvoltura do desenho à pintura, do humor ao retrato realista, nunca deixou de estudar à fundo os detalhes, os porquês, a origem. Reflete assim um artista que sempre buscou o completo e o fiel embasado em sua pesquisa, características de seriedade com seu trabalho e disposição na busca da melhoria contínua.
*
26/05/1936
+ 09/04/2012
+ 09/04/2012
Fonte: site www.berega.com.br
sábado, 21 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
ESTÂNCIA DA POESIA CRIOULA
A Estância da Poesia Crioula, Academia Xucra do Rio Grande,
tem a honra de anunciar os vencedores dos seguintes eventos:
1º
CONCURSO DE
POESIA GAUCHESCA
JAYME
CAETANO BRAUN
1º lugar
Um canto a dois rincões
Autor: Carlos Athaydes de Lima Alves
Porto
Alegre
2º lugar
Rio Grande de espora e mango
Autor: Evilácio Barbosa Saldanha
Porto
Alegre
3º lugar
Madrinha do Progresso
Autor: Luiz Onério Pereira
Cruz Alta
4º lugar
Chasque para
Marcel II
Autor: Sebastião Teixeira Corrêa
Caxias do Sul
5º lugar
Cavalgando no tempo
Autor: Agenor
de Mello Coelho
São Lourenço do Sul
1º
CONCURSO DE
CAUSO GAUCHESCO
APPARICIO
SILVA RILLO
1º lugar
O susto do Manduca
Autor: Luiz Onério Pereira
Cruz Alta
2º lugar
O homem não sabia o que era assombro
Autor: Sued Macedo
Porto Alegre
3º lugar
A veia gineta
Autor: Severino Rudes dos Santos Moreira
Candiota
4º lugar
O topetudo
Autor: Alcione Sortica
5º lugar
Lembrança da
Prenda Minha
Autora: Eloísa Rodrigues Porazza
Comissão
Avaliadora:
Danci Ramos, Léo Ribeiro de Souza e
Cristiano Ferreira.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
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