terça-feira, 10 de julho de 2012

NÓS E ELES


CANOENSE VENCE CONCURSO LITERÁRIO DA ESTÂNCIA DA POESIA CRIOULA


CANOENSE VENCE CONCURSO LITERÁRIO
DA ESTÂNCIA DA POESIA CRIOULA

O Minha Querência tem o prazer de publicar uma conquista literária de um canoense muito relevante na cultura gaúcha, um canoense de coração, o escritor Adilar Signori (natural de Roca Sales), que em junho obteve uma das conquistas mais expressivas de sua carreira bem sucedida como escritor, vale a pena registrar que esta foi a sua 33º conquista literária, mas nem ele mesmo dimensiona o tamanho desta conquista, o concurso literário Cristóvão Pereira de Abreu, com o eixo-central era o troperismo, da Estância da Poesia Crioula, “A Academia Xucra do Rio Grande”.
A premiação ocorreu durante o 56º Rodeio de Poetas Crioulos, em comemoração aos 55 anos de fundação da Estância da Poesia Crioula, no dia 1º de julho no galpão da OAB em Porto Alegre.
Adilar conquistou a premiação com a crônica literária “O Tropeiro Francisco Pinto Bandeira”, que foi o desbravador do município de Canoas, que teve por inspiração as memórias do gado atravessando o Rio Taquari na sua Roca Sales e ser conduzido até o matadouro pelos tropeiros. A pesquisa histórica foi feita da leitura de oito livros, mesclei s história e a minha infância.
Adilar é mais um dos exemplos que o Minha Querência traz de pessoas ligadas a cultura regional, que não são tradicionalistas, mas como ele mesmo cita que é um gaúcho de coração. Esta é uma homenagem do Minha Querência parabéns pela conquista.

O ANTES E DEPOIS DE LUIZ MARENCO


sábado, 7 de julho de 2012

CONSCIÊNCIA GAÚCHA 1



O FOGO DE CHÃO ETERNO - SÃO SEPÉ



Fogo de Chão

Na Fazenda Boqueirão, em São Sepé, o fogo de chão é mantido aceso desde o início do século XIX - há mais de 200 anos, portanto. Ao redor desse fogo, os gaúchos que lidavam com o gado se aconchegavam contra o frio, passavam o chimarrão de mão em mão e tomavam decisões. A família Simões Pires, agora na sexta geração, mantém esse fogo de chão permanentemente aceso, alimentado por toras de madeira de lei chamadas guarda-fogo. Localizada no hoje distrito de Vila Block, a propriedade rural de São Sepé é o centro de romarias nativistas e tradicionalistas para cultuar essa chama que não se apaga.