domingo, 30 de janeiro de 2011

ALBERTO MEDEIROS - BETINHO


"A vida é uma peça de teatro
que não nos permite ensaios.
por isso, cante, chore, dance, ria
e viva intensamente
antes que a cortina se feche
e a peça termine sem aplausos" 
Charles Chaplin


ALBERTO MEDEIROS
(BETINHO)

No diai 24 de janeiro, vitimado po rcpmplicações cardiacas , o compositor, músico e cantor Alberto Medeiros, o Betinho, nos deixou para seguir seu caminho em outro plano espiritual.
Ex integrante do musical do CTG Brazão do Rio Grande, e de grupos como os Nativos do Pampa, provincia e outros. 
Figura constanter nos festivais da década de 80, a grande explosão de festivais nativistas no estado, deixando sua obra eternizada no cancioneiro gaúcho como a música Erosão defendida por Marilene Medeiros e a música o espantalho, usada pelo CTG Aldeia dos Anjos como entrada no ENART.

Eu sou a figura do velho espantalho
por bretes e atalhos a vida me esquece
sou feito de trapos, o ceéu é meu teto
E o filho dos nstos já não me conhecem.
Betinho

30 DE JANEIRO - DIA DO PAJADOR GAÚCHO


        
            LEI Nº 11.676, DE 16 DE OUTUBRO DE 2001.

           Dispõe sobre a instituição do "Dia do Pajador Gaúcho".

          
           O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.

          
           Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte:

           Art. 1º - Fica instituído o "Dia do Pajador Gaúcho", que será comemorado no Estado do Rio Grande do Sul no dia 30 de janeiro, data de nascimento do poeta e pajador gaúcho Jaime Caetano Braun.

           Art. 2º - O "Dia do Pajador Gaúcho" deverá fazer parte do calendário de eventos culturais do Estado.

           Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

           Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

          
           PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 16 de outubro de 2001.
          


  
JAIME CAETANO BRAUN

Jaime Guilherme Caetano Braun (Timbaúva, Bossoroca/ São Luiz Gonzaga 30 de janeiro de 1924 — Porto Alegre, 8 de julho de 1999) foi um renomado poeta do Rio Grande do Sul, prestigiado também na Argentina,
Uruguai, Paraguai e Bolívia.
Era conhecido como El Payador e por vezes utilizou os pseudônimos de Piraju, Martín Fierro, Chimango e Andarengo.
Jayme Caetano Braun nasceu em 30 de janeiro de 1924, na Timbaúva, distrito de São Luiz Gonzaga (RS), hoje pertencente ao município de Bossoroca.
Jayme foi alambrador, tropeiro e curandeiro. Um artista missioneiro que fez de sua terra o seu mundo, de sua aldeia, uma pátria.
Sonhava em cursar Medicina, mas formou-se em jornalismo. Sua imensa cultura foi apurada no período em que ocupou o cargo de diretor da Biblioteca Pública do Estado, entre 1959 e 1963.
Especializou-se em décimas (poemas com estrofes de 10 versos). Os poemas, que começou a escrever piazito, por influência da família, foram publicados em vários livros. O primeiro, Galpão de Estância (1954), trazia versos de temática campeira, quase sempre dedicados a objetos do universo do homem da Campanha: relhos, chilenas, laços, carretas.
Na década de 70, trabalhou como radialista na Rádio Guaíba, onde apresentava o programa "Brasil Grande do Sul", que ia ao ar aos sábados pela manhã. Ele também foi funcionário público estadual. Trabalhou no Instituto de Pensões e Aposentadorias dos Servidores do Estado (Ipase).
Considerado o maior pajador do Rio Grande do Sul, Jayme Caetano Brun foi membro e co-fundador da academia nativista Estância da Poesia Crioula, em Porto Alegre (RS).
Poeta regionalista, costumava usar os pseudônimos de Piraju, Martín Fierro e Andarengo. Carismático, tornou-se popularmente conhecido não só no Brasil, mas também em países como Uruguai e Argentina.
Vários CTGs lhe homenagearam, inclusive em v i da, atribuindo-lhes o nome de "Jayme Caetano Braun", em várias cidades brasileiras, inclusive na Capital Federal.
Entre seus poemas mais declamados pelos poetas regionalistas do país inteiro, destacam-se "Tio Anastácio", "Bochincho" e "Galo de Rinha".
Jayme faleceu em 08 de julho de 1999, às 5h30, na Clínica São José, em Porto Alegre, vítima de complicações cardiovasculares, depois de receber quatro pontes de safena e enfrentar problemas de depressão e tentar o suicídio.

PAJADORES GAÚCHOS

  Paulo de Freitas Mendonça, Adão Bernardes, Pedro Junior da Fontoura e José Estivalete

Quem é o Pajador?
Pajador é o repentista que canta seus versos de improviso (pajada) com o acompanhamento de violão, normalmente em milonga. No sul do Brasil, o pajador improvisa em Décima Espinela (ABBAACCDDC) no estilo recitado com um músico de apoio.
Pajador quer dizer repentista. A origem da palavra não tem uma definição convencionada e não é espanhola, nem portuguesa. Inexiste nos dicionários clássicos de qualquer idioma, apenas nos vocabulários regionais dos países do sul da América. Há algumas hipóteses quanto a origem da palavra: alguns autores afirmam que venha de "payo" nome do primitivo habitante de Castilla, outros que seria de "pago" ou "pagueador" e outros que tenha se originado na palavra ?palla?, nome dado pelos Quichuas aos grupos de índios reunidos às praças a cantar. Contudo ninguém sabe ao certo.
A grafia da palavra em espanhol é Payador e em português, Pajador, porém sua pronúncia é a mesma: PAJADOR.
O pajador foi o andejo ou gaudério que surgiu na origem do gaúcho, do gaucho e do huaso. Cruzava os campos em busca de lonjuras, quando o sul da América tinha suas fronteiras imprecisas. Até que provem o contrário, pode-se afirmar que ele esteve em terras, hoje brasileiras, do mesmo jeito e no mesmo período que em uruguaias, argentinas e chilenas.
Os pajadores brasileiros consagram Jayme Caetano Braun como referencial e, em virtude disso, o Dia do Pajador Gaúcho, 30 de janeiro, é a data de nascimento de Braun.
 

 
 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

ESCOLA DE MÚSICA TOM MAIOR


A TOM MAIOR não tira férias, as aulas continuam sem interrupções, porisso convidamos aos interessados em aprofundar seus estudos musicais ou aqueles que quiserem aproveitar este momento para iniciar seus estudos e ainda fazer cursos de férias, entrem em contato conosco.

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

REGIONAL




MAIS DO QUE UMA 
CORRENTE ARTÍSTICA
UMA ANÁLISE DE TUDO 
QUE REPRESENTA
A CULTURA GAÚCHA



segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

4ª CANOA DO CANTO NATIVO / NOTA OFICIAL




Nota oficial
"Referente ao projeto Estação das Canoas - IV Canoa do Canto Nativo, a ACOFEM e a Secretaria Municipal de Cultura de Canoas comunicam que devido a um impasse, confrontando procedimentos administrativos entre União e Município não é possível realizar o festival como previsto. As partes, em comum acordo optaram pelo cancelamento do evento.

Certos da compreensão de todos os envolvidos, os promotores lamentam o cancelamento, mas julgam ser o ato mais prudente e respeitoso para com os compositores e artistas classificados."

FLÁVIO ADONIS
Sec.Mun. de Cutura

TIAGO CESARINO
Pres. da Acofem

PAULO DE FREITAS MENDONÇA
Produtor Cultural



*Em caso de uso do texto na íntegra, creditar: fonte - www.jornalnh.com.br/abcdogaucho

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

4º CANOA DO CANTO NATIVO / ESTAÇÃO DAS CANOAS



A 4ª CANOA DO CANTO NATIVO 
INFELIZMENTE FOI
CANCELADA


Infelizmente não sabendo do universo que circundam os festivais nativistas, como músicos, letristas, público em geral  e formadores de opinião, a 4ª Canoa do Canto Nativo por forças ainda não divulgadas foi cancelada pela ACOFEM e Secretária de Cultura de Canoas, só temos a lamentar, pois desconhecendo a força dos festivais no Rio Grande do Sul, não tendo ciencia da dimensão real da divulgação negativa a nível estadual, talves por não ter pessoas conhecedoras ligadas a cultura gaúcha na secretária. Infelizmente não sabem o tamanho do vale pago pelo município, não adianta querer ser a cidade referência de cultura gaúcha e do tradicionalismo e nós tendo que ouvir piadas como  "A CANOA FURADA", certamente outros eventos propostos pela Secretária de Cultura não terão este triste final, pois se era para resgatar a Canoa do Canto Nativo, a idéia foi por água abaixo literalmente, igual aquela canção folclórica muito tradicional:

A canoa virou,
Deixá-la virar,
Por causa da ??????
Que não soube remar.
Se eu fosse um peixinho
E soubesse nadar,
Tirava a Canoa do Canto Nativo
Do fundo do mar.